As famílias da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco, e de seu motorista, Anderson Gomes, finalmente, poderão acessar as provas já produzidas e documentadas no inquérito policial que investiga os supostos mandantes do assassinato dos dois, ocorrido há cinco anos, em março de 2018, no centro da capital fluminense.
A decisão da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) foi anunciada nesta quarta-feira (18), dois anos depois de as famílias, que são assistentes de acusação no processo contra os ex-policiais Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, denunciados como supostos executores do duplo homicídio, terem feito o pedido para acessar os autos sigilosos do inquérito policial.
Os familiares protocolaram o pedido em 2021, alegando, principalmente, lentidão nas investigações relativas aos autores intelectuais do crime. Marielle foi assassinada no começo da noite do dia 14/3/2018, após deixar a Câmara num carro. Os criminosos a perseguiram com um outro veículo, de onde dispararam 13 tiros, matando Marielle e seu motorista Anderson Gomes.
*Com informações do STJ
Foto: Guilherme Cunha/Alerj